Em Fringe, nós já vimos premonições, envelhecimentos, misteriosos cilindros, olhos sangrando e ex-namorados atormentando a vida da protagonista, mas nada foi mais sci-fi do que Safe.
O mid finale honrou a mitologia da série e nos deu respostas reais para alguns problemas, porém, como sempre, criou mais perguntas.
Segundos os próprios criadores, a história de Fringe começa a partir do episódio sete, quando o Agente Loeb consegue passar a perna em todo o FBI, fazer eles o salvarem e ainda entrar em um esquema milionário.
Mas não é o personagem incrivelmente bem interpretado pelo Chance Kelly que está por trás de tudo. É "o" personagem que conhecemos no mesmo episódio sete. Sim, o episódio no qual conhecemos o Sr. Jones.
O dito cujo tem um sotaque maligno, é feio até dizer chega e ainda conseguiu dar um golpe no seu advogado, nos dois sentidos. Ainda me pergunto para que o bronzeador?
Bad guys a parte, tivemos ótimos momentos com o nosso trio. O roteiro de J.J. Abrams consegue disfarçar a atuação forçada da Anna Torv de tão magnífico que ele é. A idéia de fazer a memória do John tomar conta da Olívia foi genial.
Falando no John, tivemos a pequena participação dele e, felizmente, mais respostas. E é claro mais perguntas: Qual é a importância da Olívia afinal? Estaria a misteriosa organização do Sr. Jones ligada a Massive Dynamic? Ou seria só coincidência as duas quererem a Olívia?
O suposto “romance” entre Peter e Olívia avança a passos lentos, e se depender da família Bishop não irá demorar. “Vocês querem usar o quarto?” Em breve Walter, muito em breve...
Quando eu li a sinopse do episódio sobre alguém ser seqüestrado, eu jurei que seria Big Eddie fazendo o Peter apagar. Mas nem chegamos a ver isso no episódio! Espero que não seja só um sub-plot para encher linguiça.
Também senti a falta de presença da Astrid e do Charlis nesse episódio, são dois personagens interessantes que deveriam ganhar mais destaque na série. Assim como o Broyles, ele aparece no começo do episódio, mostra o caso e depois só aparece em uma cena aleatória caminhando ou batendo papo com Nina Sharp. A presença dele está sendo comparável com a da Cuddy em House, por exemplo.
Por ser o melhor e mais importante episódio da série até agora esperava o Observador tendo pelo menos uma fala ou um close preciso da sua careca e olhos terríveis. Se você assistiu o episódio e ainda não o encontrou, preste mais atenção na câmera de segurança da cena inicial. Sim, o cara de chapéu e maleta que aparece em menos de três segundos.
O episódio Safe já valeria pelos dez minutos finais, porém, é muito mais do que isso. Dou meus elogios não só ao J.J. Abrams, mas ao Roberto Orci, Alex Kurtzman e Jeff Pinker por criarem Fringe e episódios como esse. Eles sempre acabam sendo esquecidos mesmo fazendo as melhores escolhas em todas as áreas: roteiros impecáveis, a conexão com os episódios anteriores, efeitos especiais, atuações. Tudo magnífico.
Para mim, Fringe é sim a melhor estréia dessa fall season, não gostei de True Blood e acho que The Mentalist é uma série com potencial, mas que precisa mostrar a que veio antes que seja tarde de mais. Enquanto isso não acontece, Fringe merece a nossa atenção, nunca julgue uma série por apenas três episódios.
Agora o que nos resta é aguardar dia 20 de Janeiro, e sim, um dia após isso estréia Lost. Coincidência ou não, que venha Bound!
O mid finale honrou a mitologia da série e nos deu respostas reais para alguns problemas, porém, como sempre, criou mais perguntas.
Segundos os próprios criadores, a história de Fringe começa a partir do episódio sete, quando o Agente Loeb consegue passar a perna em todo o FBI, fazer eles o salvarem e ainda entrar em um esquema milionário.
Mas não é o personagem incrivelmente bem interpretado pelo Chance Kelly que está por trás de tudo. É "o" personagem que conhecemos no mesmo episódio sete. Sim, o episódio no qual conhecemos o Sr. Jones.
O dito cujo tem um sotaque maligno, é feio até dizer chega e ainda conseguiu dar um golpe no seu advogado, nos dois sentidos. Ainda me pergunto para que o bronzeador?
Bad guys a parte, tivemos ótimos momentos com o nosso trio. O roteiro de J.J. Abrams consegue disfarçar a atuação forçada da Anna Torv de tão magnífico que ele é. A idéia de fazer a memória do John tomar conta da Olívia foi genial.
Falando no John, tivemos a pequena participação dele e, felizmente, mais respostas. E é claro mais perguntas: Qual é a importância da Olívia afinal? Estaria a misteriosa organização do Sr. Jones ligada a Massive Dynamic? Ou seria só coincidência as duas quererem a Olívia?
O suposto “romance” entre Peter e Olívia avança a passos lentos, e se depender da família Bishop não irá demorar. “Vocês querem usar o quarto?” Em breve Walter, muito em breve...
Quando eu li a sinopse do episódio sobre alguém ser seqüestrado, eu jurei que seria Big Eddie fazendo o Peter apagar. Mas nem chegamos a ver isso no episódio! Espero que não seja só um sub-plot para encher linguiça.
Também senti a falta de presença da Astrid e do Charlis nesse episódio, são dois personagens interessantes que deveriam ganhar mais destaque na série. Assim como o Broyles, ele aparece no começo do episódio, mostra o caso e depois só aparece em uma cena aleatória caminhando ou batendo papo com Nina Sharp. A presença dele está sendo comparável com a da Cuddy em House, por exemplo.
Por ser o melhor e mais importante episódio da série até agora esperava o Observador tendo pelo menos uma fala ou um close preciso da sua careca e olhos terríveis. Se você assistiu o episódio e ainda não o encontrou, preste mais atenção na câmera de segurança da cena inicial. Sim, o cara de chapéu e maleta que aparece em menos de três segundos.
O episódio Safe já valeria pelos dez minutos finais, porém, é muito mais do que isso. Dou meus elogios não só ao J.J. Abrams, mas ao Roberto Orci, Alex Kurtzman e Jeff Pinker por criarem Fringe e episódios como esse. Eles sempre acabam sendo esquecidos mesmo fazendo as melhores escolhas em todas as áreas: roteiros impecáveis, a conexão com os episódios anteriores, efeitos especiais, atuações. Tudo magnífico.
Para mim, Fringe é sim a melhor estréia dessa fall season, não gostei de True Blood e acho que The Mentalist é uma série com potencial, mas que precisa mostrar a que veio antes que seja tarde de mais. Enquanto isso não acontece, Fringe merece a nossa atenção, nunca julgue uma série por apenas três episódios.
Agora o que nos resta é aguardar dia 20 de Janeiro, e sim, um dia após isso estréia Lost. Coincidência ou não, que venha Bound!

O episodio foi realmente sensacional! To adorando a serie e acho que ela promete muito ainda! tambem acho que foi a melhor estreia... excelente comentario matheus.